Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trabalho. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Desemprego de jovens


Li a Reportagem: Desemprego de jovens pode criar geração sem futuro

Agora estou a refletir. Na reportagem os índices de desemprego entre os joovens na europa é altíssimo: mais de 20% das pessoas com menos de 25 anos já estão afetadas, sendo que na Espanha e Grécia o índice chega a 50%. Isso é grave. E significa que uma crise no sistema pode estar por vir e será um crise de base. Uma vez que o trabalho é a base para a manutenção do sistema capitalista.

terça-feira, 6 de março de 2012

Educação e profissão

Educação e profissão
Os jovens estão à procura de emprego?
Reportagem por : Mariana Lima; Lorena Coutinho; Valério Gomes; Glawbty Felix - Turma de Eletrotécnica I/2011
Dados divulgados em 11 de maio de 2011 pelo Ministério do Trabalho e Emprego revelam que na faixa etária entre 15 a 17 anos, a expansão do nível de emprego foi de 19,06%, quase o triplo do crescimento médio registrado no mesmo período do ano retrasado, 2010: 6,94%.
Ao mesmo tempo, dados do IBGE apontam uma tendência de adiamento do ingresso dos jovens no mercado de trabalho: mesmo com a ampliação da oferta de emprego, muitos jovens estão priorizando a educação.



É
certo que o adiamento do ingresso no mercado de trabalho e o investimento no estudo podem favorecer a construção de uma trajetória profissional mais sólida para os jovens. Ao mesmo tempo, muitos deles, especialmente os que são originários de famílias de baixa renda e com maior grau de vulnerabilidade, buscam inserção no mercado de trabalho como parte de uma estratégia pessoal e familiar de sustentação da vida.

Neste sentido é necessário que politicas públicas nas áreas de educação e trabalho busquem soluções eficazes para que não prejudique o jovem no processo de inclusão no mercado de trabalho, soluções essas que estão na boa formação educacional e nas criaçõesde projetos que facilitem essa inclusão, como intermediários entre jovens-empresas e empresas-jovens. 

No momento em que jovens começam a priorizar a educação pensando numa profissão, eles passam a querer se profissionalizar através de cursos extras curriculares e técnicos. Nessa procura eles começam a encontrar varias maneiras de alcançar seus objetivos e uma maneira que esta a disposição de todos são os Institutos Federais que priorizam não apenas a formação continuada, mas também a técnicacom o objetivo deinserir os jovens no mercado de trabalho, por meio de uma qualificação profissional. Dessa forma a sociedade passa a formar pessoas capacitadas, pessoas coerentes e certas do que desejam para seu futuro. 
Apesar da boa qualificação dos Institutos Federais é possível constatar que jovens que entram nessas instituições tem em vista não o curso técnico e sim o ensino médio bem feito. Isso porque querem entrar no curso superior, formar-se e atuar na área escolhida. Aí está uma grande barreira. Muitos pensam que a entrada na faculdade é o primeiro degrau para o mercado de trabalho. É sim, um degrau iniciante, mas infelizmente, nem sempre conseguem terminar o curso de graduação e em seguida começar a exercer a profissão que cursaram. E, por vezes, precisam trabalhar ou fazer um estágio antes de concluir o curso de graduação. O que torna tudo mais difícil é que as empresas querem experiência, coisa que eles não têm. Porem tem alguns jovens que optam por fazer o curso profissionalizante que o instituto oferece isso porque acreditam que se conseguirem um estágio remunerado e depois tentar o vestibular na mesma área vai ser mais vantajoso, pretendem sair da faculdade mais experiente, sem ter somente a teoria na cabeça o qual seria a opção de melhor escolha para eles.

É possível concluir que apesar de inúmeras oportunidades que estão surgindo os jovens querem visar mais em sua educação, para que tenha mais capacidade de exercer a profissão de sua escolha em um futuro bem próximo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Muito trabalho e pouco dinheiro


ddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddddd
 Quando falamos em exploração do trabalho, não nos referimos somente a exploração de menores que trabalham muito e com pouca renumeração, mais falamos também de adultos que faltam se matarem de trabalhar para praticamente nada!
 Antigamente as pessoas tinham que trabalhar para ter o que queriam, e esqueciam da escola, hoje em dia temos que ter um estudo para trabalhar. Até aos garis é solicitada a conclusão do ensino médio.
A exploração do trabalho ocorre muito nas periferias das cidades grandes. As crianças muitas das vezes são tiradas da escola só para ajudar as suas famílias que não têm qualificação exigida para cargos mais bem remunerados, para o sustento de sua própria família e muitos pais ainda se esforçam para dar uma boa educação escolar seus filhos, ainda que muitos não tenham tido a essa oportunidade. Muitos pais e mães trabalham pesando no sustento de sua família, mais como a mesma é grande o que ganham é pouco. A exploração acaba ocorrendo pelo fato das pessoas muitas das vezes precisarem de dinheiro, independente da quantia. Os patrões muitas vezes se aproveitam da situação e cobram uma carga de trabalho além do combinado no contrato de trabalho obrigando o indivíduo a trabalhar o dobro.
Quando o indivíduo trabalha muito e ganha pouco, e ainda é mandado a trabalhar mais que o combinado já pode ser considerado exploração do trabalho. Hoje em dia o trabalhador tem vários direitos, direitos que cabe o patrão a dar ao seu servidor ou funcionário. Mas e os deveres quem fiscaliza se estão sendo cumpridos?
Texto escrito Pelas alunas Maria Francisca e Tátila da
Turma: Agrimensura/2011